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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Monitorar a Internet? Será?

Este é um comentário publicado na Conjur: Provedores de internet devem fazer monitoramento preventivo a respeito da criação de lei para um mecanismo de controle preventivo da internet.

Citação: "Beware of those that seek to protect you from harm or risk. The cost will be your freedoms and your liberty." (Cuidado com aqueles que querem protege-lo dos perigos e riscos. O custo será seus direitos e a sua liberdade.)

Manifestante contra o filtro da internet na Austrália

Se por um lado existe a necessidade de proteger as pessoas, por outro, temos o problema de "quem" e "com que intenções" estará fazendo esta proteção.

Temos o exemplo da Austrália, em que uma verdadeira censura aconteceu através da criação de uma lista negra de sites.

Por um lado, os problemas relativos a termos nossa vida pessoal sendo (mais) livremente acessada por pessoas de escrúpulos duvidosos, ou que sejam de linhas de pensamento/moral/espiritual/ideológico discordantes.

Outro lado da questão será de estarmos sujeitos ao agir de legítimos fofoqueiros. Creiam, assinar um termo de compromisso não muda o caráter de ninguém.

Existe o aspecto técnico e a dificuldade em avaliar corretamente que filtros e quais e como funcionariam as ferramentas destinadas a esta tarefa. Citando novamente o caso da Austrália, os casos de sites bloqueados indevidamente foram aos milhares. Sites de conteúdo legítimo,  foram barrados por puro interesse de alguém ou porque aleatóriamente ocorriam palavras aqui e ali, que eram consideradas pelo software de contole como sendo de teor perigoso, ofensivo ou ilegal. Verdadeiros disparates foram verificados.

Oportunistas de todo tipo e interesses vagos de toda espécie certamente margeiam a questão. Liberdade não é libertinagem, mas o direito de um começa quando este reconhece que os demais também tem direitos.

Se quiser pesquisar mais:  Google: Australia Internet Censorship. Observei que os sites em inglês tem muito mais informação do que os em língua portuguesa...

Windows por Linux? Dinossauros evoluíram.

Foto: Richard Mayston

Enquanto alguns consideram tendenciosa, outros tem reações apaixonadas, outras bem embasadas.

Na minha humilde opinião pessoal gostei da matéria publicada na Computerworld, "5 fatores a serem analisados antes de trocar o Windows por Linux".

Aliás, achei ótima matéria. Em hipótese alguma tendenciosa, eu diria que é bem realista e sem argumentos do tipo político partidários em ano de eleição.

O Linux tem ótimas vantagens, favor ler outras excelentes matérias aqui da Computerworld. Quem acompanha a revista e o site verá que tem material de sobra.

Não existe sistema "de grátis". E muitas vezes, quem não tem dinheiro nem para monstar a máquina, muito menos terá para pagar o salário do profissional que passa anos em treinamento continuo para depois receber MENOS que uma diarista e ainda achar que está abafando. Claro que quem não tem "papi" que lhe sustente vai pensar um pouco diferente.

Tenho aqui servidores RISC (HP-UX), Linux e Windows. Manter Servidor WIndows e Linux prá mim custa a mesma coisa e precisa profissional capacitado para ambos. Se bem que em 99,99% das vezes, é muito mais prático, simples e objetivo instalar qualquer coisa em Windows. 99,99% das vezes, tem um instalador para Windows que faz tudo. Já no Linux, haja peripécias e muitas e muitas linhas de comando. Isto se você tiver a sorte de usar uma versão certificada que combine exatamente com que se quer instalar. E sem conexão de internet, pior. Pelo menos para Windows geralmente quando precisa, vem um CD junto, não tenho preguiça de apertar o botão da gaveta... (risos)

Pera aí, linha de comando? Isto é aquilo que nós usávamos ainda nos anos 80? Mas que barbaridade... depois eu que sou dinossauro. Olha, num passado remoto, trabalhamos até com cartões perfurados, mas não temos saudade nenhuma daquilo, e custa mais caro para a empresa se eu perder um tempão dando voltas em instalações (que são mesmo) precárias (até simplórias), cheias de incompatibilidades e remendos.

Se duvida, é só olhar os milhares de foruns em que o pessoal apresenta todo tipo de problema para instalar isto e aquilo. Tem coisas assim no Windows também? Claro que tem, mas não de nível tão primário (IMHO).

O Windows ainda tem coisas que podemos (eu disse podemos) fazer em linhas de comando, mas isto não é algo obrigatório. Eu trabalho nesta área por décadas e minha missão é otimizar a disponibilizar a interação Ser Humano X Máquina para geração de resultados, produtividade, auxiliar em processos, trazer qualidade de vida e EVOLUÇÃO. Custa muito caro quando paro de trabalhar para resolver coisas que já foram solucionadas no século passado.

Quando os desenvolvedores Linux tiverem menos preguiça e entregarem seus produtos com um instalador no mínimo decente, eu serei o primeiro a aplaudir mais esta excelente ferramenta que é o Linux, mas que infelizmente, as vezes é um grande s*co de se usar.

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Mais um opensource de peso pode cair.

Foto: Sputniko.com

"OpenSource é mais marketing de faculdade para não comprarem licenças.  -  Junior."

Comentário da matéria Não conte com a Oracle para manter vivo o OpenOffice do IdgNow!:

Utilizo opensource profissionalmente, mas achei muito oportuno e correto o comentário do colega Junior: "OpenSource é mais marketing de faculdade para não comprarem licenças." (Assim economizam a mesada do papi... risos...)

Aqui no Brasil, alguns dos maiores defensores e desenvolvedores do opensource e "gratisware" são funcionários de estatais, ou seja, não vivem disto e podem se dedicar ao desenvolvimento acadêmico.

Sobre os comentários a respeito do Java, que pode eventualmente deixar de ser pago, e neste caso dizem "é só mudar para outra linguagem", acho que é o típico comentário de quem só fez "programinhas" e não tem a menor idéia do que é refazer um sistema corporativo, projetos, trabalho de equipes grandes. Além dos custos, tempo e a chance de uma bagunça nos processos da empresa, e mais os prejuízos recorrentes, devem ser contados.

Java já se tornou um herdeiro do Cobol em termos de herança. Milhões de programas ficarão para a posteridade. Engraçado, dizem que Cobol está morto a trinta anos e agora também dizem que Java está morto.

Enquanto isto, meu investimento comprando licenças do Ms-Access faz uma década, para fazer o front-end de um sofisticado ERP para indústria do vestuário, parece ter sido acertado. É só conectar num servidor SQL de peso, SQL Server, Oracle, Sybase, etc e tenho estabilidade, suporte técnico, front-end de rápido desenvolvimento, a qualidade que pude criar com o imenso detalhamento de recursos que tenho com o VB e as APIs do Windows, etc. Coisa de quase 20 mil linhas de código específico para a atividade fim, sem ter que lidar (tanto) com coisas absolutamente básicas e banais. Além do ganho em produtividade, sei aonde estão os fornecedores da ferramenta 24hs por dia, sem ficar dependendo da boa vontade as vezes heróica, do trabalho voluntário de alguém.

Opensource é uma coisa boa sim, mas é necessário lembrar, que nada é grátis, nem na natureza.
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