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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Fale com o mundo com o celular tradutor do Google

Pessoas de diferentes costumes poderão buscar um mundo maior, e melhor.
Foto: mio yamada

O advento já previsto a décadas pelas obras de ficção, como Star Trek, de um aparelho capaz de traduzir conversas em línguas diferentes,  foi apresentado por Eric Schmidt, presidente do Google, durante palestra na IFA, feira de eletrônicos em Berlim, na Alemanha.

Isto acrescenta a possibilidade de ampliação social entre pessoas de países muito distintos, formando uma base cultural miscigenada e com isto, então, abrir oportunidades de negócios inimagináveis nos dias atuais.

Na prática, hoje as pessoas usam a internet para consultar o dados da loja do bairro, falar com alguém que mora perto. A maioria das pessoas sequer acessa sites distantes mais que 100km da sua casa.

Se ampliarmos o entendimento da linguagem, teremos a possibilidade de ampliar o entendimento e gerar novos costumes, com todo um universo de possibildiades resultantes.

Autoconhecimento e gestão de si mesmo serão itens diferenciais para os que forem liderar estas caminhadas.

E por que? Porque lidar com culturas diferentes de forma tão abrangente não se trata apenas de trato político, ou simples negócios. A tecnologia de tradução não converte costumes, ideais, conceitos, etc para o idioma do interlocutor.

É preciso escutar e ouvir.

E quem é capaz de ouvir a si mesmo, aprimorando práticas como meditação, autoconhecimento, busca de melhorias pessoais, suas e no seu relacionamento com os que estão ao redor, incluindo e principalmente, nas empresas, certamente terá melhor entendimento e aproveitamento das situações tanto quanto, a possibilidade de ser melhor compreendido e aceito.

A tecnologia está cada dia mais presente, mas sem evolução pessoal, sereis apenas máquinas.

Câmeras Digitais seriam Ovnis?

Foto: Drew Levin


Um amigo fez o seguinte comentário, bastante pertinente:

"Lembram que antigamente, quando ninguém tinha máquina à mão, aparecia um monte de fotos de ovnis por aí?
Hoje em dia TODO MUNDO tem câmeras digitais à mão. E as fotos sumiram...
então... as câmeras digitais são OVNIS!!!!..."



Meu comentário:

O que ocorre é que os circuitos eletrônicos dos aparelhos, principalmente os de uso doméstico, emitem freqüências que atuam diretamente nas pessoas.

Televisores são um ótimo exemplo disto. A imensa maioria dos "engenheiros", na verdade tornaram-se montadores de placas. Comentário feito por uma engenheira que (bastante tempo atrás) trabalhava na Itautec e durante muitos anos esteve na Telefunken (viu como faz tempo mesmo?). Eles tinham uma pseudo-documentação e diagramas dos circuitos, mas não podiam verificar se tratava-se realmente daquilo.

Os chips modernos então, nem se fala. São autênticos geradores radiônicos projetados sabe-se lá por quem.

Uma das coisas que também devemos considerar é o desenho das placas de circuito impresso. Aqueles desenhos, além de servir para conectar os componentes, também podem conter partes que atuam dinamicamente. Isto é estudado em radiônica e por aquilo que chamamos de "energia das formas".

Então, sugiro uma outra alternativa de pensamento, pois neste caso é importante e até vital, o desenvolvimento de uma consciência a respeito do assunto para que se possa elucidar e intuir os aspectos faltantes

Antes, utilizavamos câmeras baseadas em princípios óptico e químicos. E havia talvez, mais fotos de manifestações, dificilmente forjadas devido as imensas limitações dos equipamentos e a dificuldade de acesso a laboratórios, etc, que permitisse realizar as trucagens necessárias.

Logo mais, chegam as máquinas eletrônicas. Descontando a imensa quantidade de montagens de todo tipo que aparecem, simplesmente pela popularização dos recursos, notamos que pode ter havido uma redução de imagens que tenham um teor mais "confiável" quanto ao seu conteúdo.

Mas, lembram o que disse sobre os equipamentos eletrônicos terem embutidos mecanismos que podem interferir com as pessoas?

Não se trata das mera frequência eletromagnética, ou algum tipo de zumbido eletrônico, fruto de falta de filtragens adequadas. Trata-se justamente, de freqüências específicas, atuando de forma codificada e, interagindo com o ambiente e pessoas ao redor.

Pode ser que os avistamentos tenham se reduzido, mas também pode ser que justamente, os alvos dos avistamento estejam agora em nossas mãos, por toda parte.

Interessante lembrar que surgiu uma estória engraçada de que a ponta de metal das canetas BIC e outras, seriam sondas extraterrestres.

Ovnis, ou equipamentos projetados não se sabe ao certo por quem, mas bem possivelmente atuando e interferindo com as pessoas.


Isto também pode ser uma imensa piada de alguém.


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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Será que mesmo não vendo Deus existe?

Alguém pergunta: "como negar a existência de um ser superior, sendo que sabemos da existências de milhões e milhões de pessoas sem ao menos termos conhecidos todas?"

Vejamos

Só porque não se conhece algo, não se pode negar que exista.

Mas não se pode afirmar que algo exista porque não se sabe da sua existência.

Neste caso, resta a dúvida, o questionamento.

Pela observação, experimentação, questionamento pode-se chegar a , que é a crença nalgo que não se vê, mas confia-se estar lá.

Pelo mesmo caminho, chega-se ao fanatismo, quando deixamos de questionar, de experimentar, de observar.

A própria natureza é mutável, estas milhões de pessoas são mutáveis, então por que Deus seria constante, senão uma manifestação de continuidade, em que até a não existência é possível?

Quantidades não são suficientes. Mas consciência sim. Manifestações de inteligência em grande escala, como por exemplo, que faz com que uma floresta regenere-se atuando em seu ambiente por gerações, caso não seja dizimada pelo ser humano é claro, é uma forma de manifestação de algum nível de consciência.

Os exemplos são inúmeros.

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