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| Foto: Todd Graham |
Todo organismo faz parte de algo maior. Chame isto de natureza, o próprio universo.
Como todo organismo, seu funcionamento assemelha-se de muitas formas ao que encontramos nos diversos reinos.
Veremos sistemas de alimentação, comunicação.
Um autêntico sistema nervoso existe pela comunicação e os próprios sistemas informatizados, costumam ser um reflexo de aspectos dos proprietários/líderes responsáveis pela organização.
São coisas geralmente menos observadas pelas escolas de administração e mesmo pelas áreas de especialização técnica.
Daí que venha o papel de pessoas que trabalham ao lado ou próximo aos vários níveis, observando, eventualmente comentando, sugerindo, aconselhando.
São evangelistas/divulgadores dos caminhos tecnológicos futuros, do andamento da sociedade, do relacionamento das empresas com seu ambiente, da relação homem X máquinas.
Outras vezes serão conselheiros ou participarão de debates para ajudar a encontrar caminhos. Mais do que apresentar soluções, sugerir maneiras de pensar, mostrar pontos que as pessoas não estejam vendo ou ser um espelho onde encontrar suas próprias respostas.
Chamamos o trabalho espiritualista, e sua própria vida de "caminhada", porque a meta está justamente em cada passo, rumo a um objetivo que apenas é o próprio ser. Isto é um discipulado, disciplina. é o que faz o monge tanto quanto o mago e os que se dedicam a buscar o entendimento das coisas naturais e das ocultas.
A realização prática do discipulado prescinde obrigatoriamente do funcionamento efetivo e organizado de uma ampla base material, participa-se do mundo de alguma forma. Somos matéria e devemos nos relacionar com o que nos cerca.
O investimento na evolução do ser humano pode ser pulverizado se aplicado simplesmente em grande escala de distribuição sem que necessariamente obtenhamos quaisquer resultados efetivos.
Se direcionarmos os recursos em pontos-chave, através do fortalecimento e estabelecimento de um trabalho dedicado a atuar em níveis sucessivos de abrangência, podemos gerar uma expansão ordenada e melhor distribuição e aproveitamento útil do trabalho realizado. Isto é evolução de consciência.
Por estar inserida diretamente no contexto do que podemos chamar de projeto, tanto empresas quanto os assim chamados benfeitores (mecenas) beneficiam-se diretamente com uma espécie de “ombudsman”, que atua em escala muito maior, junto à toda uma população, interna ou não, até em vários países, orientado à metas comuns, em alicerce mútuo para a disseminação de uma cultura atualizada no mercado e direcionada ao enfoque não exclusivista, de um desenvolvimento do ser humano consciente dos recursos tecnológicos em que baseiam-se nossa cultura e sua posterior evolução.
Empresas podem atuar de forma direta, parcial ou total dentro das áreas globais que envolvem a atividade em tempo integral, que envolvem a manutenção em geral, viagens (expedições) a vários locais de profundo interesse, transporte, comunicação, acesso à mídia de grande alcance. Publicação de trabalhos em livros, palestras, entrevistas, etc.
Muitas grandes empresas contratam monges, pesquisadores, etc. e com isto atendem à necessidade de independência financeira para que um trabalho tenha real resultado, bem como asseguram que o retorno também seja efetivo.
Empresas que têm assim trabalhado também podem vir a realizar atividades de captação e estruturação, como a manutenção de fundações, ONGs, etc.
Veja também o post "Grandes Pessoas em Grandes Cargos. Você empregaria Confúcio?"
O caminho é trilhado por aqueles que sabem que não estão sós.
P+
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| Foto: Todd Graham |















