English readers and other languages: Many posts are in portuguese, you can use the Translate button at left side.

Clique nas imagens dos artigos! Elas levam você para o site do artista que a criou e muitas
vezes tem assuntos relacionados ou outras imagens para expandir seus horizontes!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Os muitos Youtubes até o De-Tudo-Tube

O site da Wired apresenta um ótimo guia para um universo com vários sites especializados em vídeos ao estilo do Youtube.

Tem do mais popular até o conteúdo adulto, já classificado para que ninguém tenha a desculpa de que "sem querer" entrou nalgum site cheio de coisas cabeludas ou não e viu aquelas coisas horrorosas que a maioria das pessoas fazem porque é natural e gostoso (risos).

http://www.wired.com/culture/culturereviews/magazine/17-06/st_tubes

RIP Michael Jackson

Um amigo músico profissional, me passou uma visão do trabalho do Michael que acho extremamente respeitável.

Além de compositor muito talentoso, era ótimo instrumentista também.

O cara entrava no estúdio e se trancava lá dentro. Quando saia, entregava a gravação da versão pronta da música para o pessoal da banda que tinha que se virar para descobrir como ele tinha feito tudo. Parece que o Michael não fornecia partituras, nem esquema da programação dos sintetizadores, nada.

Não é a toa que a banda dele tinha alguns dos melhores músicos do planeta. Por exemplo, Peter Frampton.

Descanse em paz, obrigado por tudo e que o Oriente Eterno te receba bem.

.'.

Pirate Bay: Juiz não tendencioso mas em qual versão?

Meu comentário na matéria Revista Info: "Para Suécia, juiz do TPB não foi tendencioso"
"A corte sueca de apelação considerou que o juiz Tomas Norstrom não foi tendencioso..."
http://info.abril.com.br/noticias/internet/para-suecia-juiz-do-tpb-nao-foi-tendencioso-25062009-17.shl


Bem, tem vários pontos a serem observados.
Primeiro, mesmo que prove estar sendo técnico e objetivo, fica muito chato publicamente, pois gera amplas dúvidas quanto a credibilidade do sistema, pelo simples fato de que, queira ou não, o nobre jurista faz parte de associações amplamente contrárias ao assunto em julgamento.
Lembremos que a Lei talvez seja cega, como desejam alguns, mas os julgadores não.
Imaginem uma final de Copa do Mundo, digamos, Brasil e Argentina. Quem é que admitiria um juiz argentino ou brasileiro? Por maior que sejam as suas virtudes, e por mais acertadas que sejam as decisões e ponderações, estamos lidando com pessoas, sentimentos, opiniões e pontos de vista divergentes em vários aspectos.
Mas outra coisa importante, no assunto, é que o próprio pessoal do Pirate Bay, assim como muitos outros, tem dito:e preciso repensar a estrutura. Eu sugiro um amplo brainstorming em todas as áreas. Precisamos pensar. Empresas e desenvolvedores precisam faturar. Pessoal técnico precisa do seu salário. Artistas, escritores, todos mundo, precisa de estruturas operacionais que custam dinheiro.
Não dá para trabalhar de graça para quem simplesmente não quer pagar, começando por muitas empresas por aqui que acham que mão de obra especializada é grátis. E também não dá para sustentar preços muito divergentes, mesmo que justificados em boa parte.
Precisamos sim, pensar no como produzimos, distribuimos e somos renumerados.
Agora, se me dizem que devo produzir carro (de luxo) de graça, e tentar viver da eventual venda de gasolina, ou dar roupas e viver da venda de sabão, não dá. Não dá mesmo.
Sabemos que é necessário repensar a estrutura de negócios tanto quanto a de prestação de trabalho. Ressurgimento de feudalismo pelo quase monopólios locais de trabalho, e da implantação da senzala virtual (trabalhe sem direitos, ganhe muito pouco e não reclame por ter que se virar para fazer o que a empresa deveria fazer), indo ao ponto de que as próprias estruturas que fomentaram ganhos maciços estarem perdendo seus pontos forte, com toda certeza são indicadores de que a enchente já chegou, a avalanche já caiu, o vulcão já está em erupção.
A voz do povo é a voz de Deus é um ensinamento milenar chines. E neste caso, tanto produtores, quanto público, precisam repensar o modelo.
Pessoalmente, acredito que é possível sim chegarmos (sem tanta dificuldade) a uma abordagem ampla, em que mais pessoas poderão fazer seus negócios, e receber de forma justa pelo seu trabalho, tanto quanto será mais fácil poder pagar pelo que usarmos.