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sábado, 28 de agosto de 2010

Ufo não existe? Magia não existe? Deus não existe?

Não vejo, não existe.

Arte: The drowning artist (O artista se afogando)
Óleo sobre madeira, 60 x 60 cm.
Artista: Linnea Strid - Stockholm, Sweden




Alguém diz que estudou isto ou aquilo por anos então não existe!

Respondo:

O padre Quevedo estuda uma vida inteira um assunto então afirma que "isto não ecziste"!

Eu pessoalmente discordo quando pude conhecer algo por ambos os lados da questão, de forma proporcional. Caso contrário, estou aberto a dúvidas e questionamentos.

Por exemplo, Fumei durante muitos anos. Parei de fumar. Só depois que tive o mesmo tempo entre não-fumante e fumante, é que tive uma visão de ambos os lados. Atualmente fumo. Faz mal? sim, e daí?  Meu médico bebe nas refeições, e daí?

Questões que tornam-se dogmáticas, correm o risco de perderem o questionamento. O sinal mais importante da nossa linguagem é o ponto de interrogação: ?.

Quando paramos de questionar, abandonamos uma questão. Tem casos em que consideramos menos necessário o aprofundamento num determinado âmbito, enquanto noutras vezes, a investigação pode nos levar a lugares totalmente novos, experiências e aprendizados.

Quando afirmamos que algo "não ecziste", estamos cerrando nossos olhos, encarceramos a alma, acorrentamos o cérebro. Como um cão de caça, que ao invés de correr livre pelos campos, fica amarrado numa corrente, ao confortável alcance de seu dono.

Explorar o desconhecido, significa ir aonde não existem mapas. Algumas técnicas, assim como para andar na selva, ajudam um pouco, mas algumas vezes, será necessário largar a corda, arriscar a passar por águas escuras, caminhar na escuridão, tatear e abrir bem os ouvidos procurando um sopro de ar que indique a direção.

Loucura, é quando simplesmente se vai por aí, batendo a cara em qualquer árvore. Se temos olhos, audição, intuição, enfim, diversos sentidos, devemos usá-los.

E um dos princípais sentidos que o buscador possui, é justamente o coração. Se algo toca instantaneamente seu coração, observe, esteja atento.

Mas se é necessário uma enxurrada de palavras, cuidado! Temos muitos vendedores profissionais, peritos na arte da lábia, que lhes convencem que isto e aquilo é do jeito que eles falam.

Não se aprende nada de olhos fechados.



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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Monitorar a Internet? Será?

Este é um comentário publicado na Conjur: Provedores de internet devem fazer monitoramento preventivo a respeito da criação de lei para um mecanismo de controle preventivo da internet.

Citação: "Beware of those that seek to protect you from harm or risk. The cost will be your freedoms and your liberty." (Cuidado com aqueles que querem protege-lo dos perigos e riscos. O custo será seus direitos e a sua liberdade.)

Manifestante contra o filtro da internet na Austrália

Se por um lado existe a necessidade de proteger as pessoas, por outro, temos o problema de "quem" e "com que intenções" estará fazendo esta proteção.

Temos o exemplo da Austrália, em que uma verdadeira censura aconteceu através da criação de uma lista negra de sites.

Por um lado, os problemas relativos a termos nossa vida pessoal sendo (mais) livremente acessada por pessoas de escrúpulos duvidosos, ou que sejam de linhas de pensamento/moral/espiritual/ideológico discordantes.

Outro lado da questão será de estarmos sujeitos ao agir de legítimos fofoqueiros. Creiam, assinar um termo de compromisso não muda o caráter de ninguém.

Existe o aspecto técnico e a dificuldade em avaliar corretamente que filtros e quais e como funcionariam as ferramentas destinadas a esta tarefa. Citando novamente o caso da Austrália, os casos de sites bloqueados indevidamente foram aos milhares. Sites de conteúdo legítimo,  foram barrados por puro interesse de alguém ou porque aleatóriamente ocorriam palavras aqui e ali, que eram consideradas pelo software de contole como sendo de teor perigoso, ofensivo ou ilegal. Verdadeiros disparates foram verificados.

Oportunistas de todo tipo e interesses vagos de toda espécie certamente margeiam a questão. Liberdade não é libertinagem, mas o direito de um começa quando este reconhece que os demais também tem direitos.

Se quiser pesquisar mais:  Google: Australia Internet Censorship. Observei que os sites em inglês tem muito mais informação do que os em língua portuguesa...

Windows por Linux? Dinossauros evoluíram.

Foto: Richard Mayston

Enquanto alguns consideram tendenciosa, outros tem reações apaixonadas, outras bem embasadas.

Na minha humilde opinião pessoal gostei da matéria publicada na Computerworld, "5 fatores a serem analisados antes de trocar o Windows por Linux".

Aliás, achei ótima matéria. Em hipótese alguma tendenciosa, eu diria que é bem realista e sem argumentos do tipo político partidários em ano de eleição.

O Linux tem ótimas vantagens, favor ler outras excelentes matérias aqui da Computerworld. Quem acompanha a revista e o site verá que tem material de sobra.

Não existe sistema "de grátis". E muitas vezes, quem não tem dinheiro nem para monstar a máquina, muito menos terá para pagar o salário do profissional que passa anos em treinamento continuo para depois receber MENOS que uma diarista e ainda achar que está abafando. Claro que quem não tem "papi" que lhe sustente vai pensar um pouco diferente.

Tenho aqui servidores RISC (HP-UX), Linux e Windows. Manter Servidor WIndows e Linux prá mim custa a mesma coisa e precisa profissional capacitado para ambos. Se bem que em 99,99% das vezes, é muito mais prático, simples e objetivo instalar qualquer coisa em Windows. 99,99% das vezes, tem um instalador para Windows que faz tudo. Já no Linux, haja peripécias e muitas e muitas linhas de comando. Isto se você tiver a sorte de usar uma versão certificada que combine exatamente com que se quer instalar. E sem conexão de internet, pior. Pelo menos para Windows geralmente quando precisa, vem um CD junto, não tenho preguiça de apertar o botão da gaveta... (risos)

Pera aí, linha de comando? Isto é aquilo que nós usávamos ainda nos anos 80? Mas que barbaridade... depois eu que sou dinossauro. Olha, num passado remoto, trabalhamos até com cartões perfurados, mas não temos saudade nenhuma daquilo, e custa mais caro para a empresa se eu perder um tempão dando voltas em instalações (que são mesmo) precárias (até simplórias), cheias de incompatibilidades e remendos.

Se duvida, é só olhar os milhares de foruns em que o pessoal apresenta todo tipo de problema para instalar isto e aquilo. Tem coisas assim no Windows também? Claro que tem, mas não de nível tão primário (IMHO).

O Windows ainda tem coisas que podemos (eu disse podemos) fazer em linhas de comando, mas isto não é algo obrigatório. Eu trabalho nesta área por décadas e minha missão é otimizar a disponibilizar a interação Ser Humano X Máquina para geração de resultados, produtividade, auxiliar em processos, trazer qualidade de vida e EVOLUÇÃO. Custa muito caro quando paro de trabalhar para resolver coisas que já foram solucionadas no século passado.

Quando os desenvolvedores Linux tiverem menos preguiça e entregarem seus produtos com um instalador no mínimo decente, eu serei o primeiro a aplaudir mais esta excelente ferramenta que é o Linux, mas que infelizmente, as vezes é um grande s*co de se usar.

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